28 de mar de 2013

Respeito é bom e eu gosto!!!


27 de mar de 2013

Salve o Dia do Teatro!!!




"O teatro é um dos mais expressivos e úteis instrumentos para a edificação de um país e é barômetro que assinala a sua ascensão e queda (...). Um povo que não ajuda e não fomenta o seu teatro, se não está morto, está moribundo; da mesma forma, o teatro que não recolhe o pulsar social, o pulsar histórico, o drama das suas gentes e a cor genuína da sua paisagem e do seu espírito, pelo riso ou pelas lágrimas, não merece que se lhe chame teatro, mas sim sala de jogo ou local para fazer essa coisa horrível que se chama matar o tempo."
Frederico Garcia Lorca, citado por José Barata Oliveira, in Didáctica do Teatro (Coimbra, Livraria Almedina, 1979)

Respeitável Público!!!!


CIRCO*
Ao fim de uma semana onde os compromissos laborais e políticos (quem disse que fazer política não se constitua numa modalidade de trabalho, pelo menos haverá de admitir que dê muito trabalho) quando meus dois pequenos (Samuel Pedro e Maria Letícia) pedem-me para ir ao “Circo do Fuxiquinha”!


Pergunto-lhes onde estava armado tal circo e eles me disseram que o mesmo se encontrava na Zona Norte da cidade, mais especificamente próximo ao Cemitério Campo Jorge. E eu exclamei: “logo perto de um cemitério, filhos” e eles só fizeram rir de minhas observações. 

Foram-se o cansaço e estresse e sou impelido a acatar os apelos do passado. E como num passe de mágica, transporto-me a outro espaço e outro tempo histórico. Estou no poleiro (o dinheiro não dá para as cadeiras), e assisto aos trapezistas e palhaços e malabaristas, sem antes ter visto a luta entre “Bernardão” e “Aderbal”!

Estou no circo, no terreno onde hoje funciona a Agência do INSS de Caicó! Ah, o circo! Só nele nossos corações batiam mais fortes, ante as acrobacias de homens e mulheres que desafiam as leis da gravidade! Ah, o circo! Só nele nosso riso e nosso gargalhar são mais afrouxados, ante as presepadas dos palhaços, aqueles piolins (magros como um barbante) e carequinhas, de caras pintadas e colarinhos altos!

O circo dos elefantes e leões! O circo de macacos gorilas e zebras! O circo das onças pintadas e outros animais que o sertão não é capaz de mantê-los! O circo dos buzis e dos roletos de cana! O circo dos picolés de Derossi e da pipoca de Chico Tucano!

E estou quase a cochilar, a me render ao cansaço, quando me vem à mente dois grandes filmes: “O mundo do circo”, com John Wayne, Rita Rayworth e Claudia Cardinale. Um cowboy que agora é proprietário de circo e mãe e filha que passam a conhecer os prazeres e as tragédias do mundo circense. Bela película, onde tristeza e felicidade se misturam, além de muita camaradagem e bravura. Um trio de arrepiar que assistira no Cine São Francisco, de Zé do Ouro! 

Mas é “O Circo”. O circo de Chaplin! O Circo de Carlitos! O vagabundo que acaba dentro da empanada ao fugir da polícia, que o confundira com um batedor de carteiras. Calças largas, paletó apertado e chapéu coco. E ele não precisou mais que um cabo de vassoura para fazer encenar um ensaio na corda bamba! Carlitos, um mudo que exercitou sua eloquencia no circo!

“O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer”, disse Piolin, alguns minutos antes de morrer. 

Hoje é o último espetáculo e o ingresso só custa metade do preço... 


* Texto produzido em 2011.

Gilberto Costa

23 de mar de 2013

Baba!!!!


13 de mar de 2013

Farei Carnaval em dia que é Dia da Poesia!!!

Quando o carnaval Chegar




Minha Ode a Civone Medeiros


Ninguém me habita

Ninguém me habita. A não ser
o milagre da matéria
que me faz capaz de amor,
e o mistério da memória
que urde o tempo em meus neurônios,
para que eu, vivendo agora,
possa me rever no outrora.
Ninguém me habita. Sozinho
resvalo pelos declives
onde me esperam, me chamam
(meu ser me diz se as atendo)
feiúras que me fascinam,
belezas que me endoidecem.

Thiago de Mello


9 de mar de 2013

Dica Legal!!!


A matemática Pira!!!


Três loucos vão fazer o exame mensal para ver se já podem receber alta.
O médico pergunta ao primeiro deles:
- Quanto é dois mais dois?
- 72 - responde ele.
O doutor balança a cabeça como quem diz "Esse não tem mais jeito" e virando-se para o segundo, repete a pergunta:
- Quanto é dois mais dois?
- Terça-feira - responde o segundo.
Desanimado, o médico vira-se para o terceiro louco:
- Quanto é dois mais dois?
- É quatro, doutor! - responde ele, com firmeza.
- Parabéns, você acertou! Como você chegou a essa conclusão?
- Foi fácil! Me baseei nas respostas dos meus amigos: 72 menosterça-feira dá 4!

6 de mar de 2013

Tá Todo Mundo Convidado!!!



Privado é Público abre suas portas no mês de março com a exposição “Ceias Largas”, com telas de artistas potiguares

Acervo da Holanda Advogados Associados ficará aberto para exposição de 07 de março a 04 de abril, na Galeria Newton Navarro

O período da Quaresma e a aproximação da Semana Santa remete diretamente à uma das cenas mais clássicas da história cristã, a Santa Ceia, tantas vezes retratada por grandes pintores mundiais,  trazendo Cristo no centro e seus dozes apóstolos. Contudo, nem sempre essas representações vieram da forma mais tradicional. E, para mostrar o imaginário e o repertório de importantes pintores potiguares, o projeto Privado é Público de março traz a exposição “Ceias Largas”, composta de 25 telas, do acervo da Holanda Advogados Associados. A vernissage de lançamento acontece na noite do dia 07 de março, às 19h, na Galeria Newton Navarro, sede da Fundação José Augusto.

A exposição abordará um tema recorrente de diversos artistas mundiais, mas sob o olhar de pintores potiguares como Fé Córdula, Assis Marinho, Dorian Gray, Zaíra Caldas, Marcelus Bob, Roberto Medeiros, Paixão, Carlos Soares, Levi, Walderlindem, Tiago Vicente, Fábio Eduardo , entre outros. O mais intrigante e, por assim dizer, instigante, das “Ceias Largas”, que encherão os olhos dos visitantes e apreciadores das boas artes, são as suas originalidades, fugindo do censo comum do que normalmente se retrata da Santa Ceia, trazendo, por exemplo, super heróis; figuras ícones da cultura pop, como John Lenon entre os apóstolos; o vinho substituído pela água ardente; anjos flutuando; figuras femininas substituindo os seguidores de Cristo, fundos com paisagens típicas do nosso Estado, como Fortaleza dos Reis Magos, Morro do Careca, praias; ceias compostas de frutas tropicais. Dentre as 25 telas, que ficarão expostas até o dia 04 de abril, os visitantes farão uma surpreendente viagem na última refeição em vida de Jesus Cristo, aumentando o interesse e paixão pelas artes.


O acervo, diferentemente de demais edições do Privado é Público, pertence a um grupo de pessoas, no caso de uma sociedade civil de advogados, Holanda Advogados Associados, que hoje tem em seu quadro de associados 17 advogados, que atuam nas mais diversas áreas do Direito. A empresa, que tem em sua direção Hugo Helinski Holanda, procurou nas artes, mais especificamente na pintura, uma forma de cumprir seu papel junto à cultura potiguar, mantendo um acervo de telas de diversos pintores potiguares, como Newton Navarro, que ganha um destaque especial na coleção. Com sede na Rua Trairi, 806, no bairro de Petrópolis, o acervo é mantido de forma primorosa nos corredores e salas do seu prédio, e o grupo viu no Privado é Público uma forma de dividir com a sociedade norte riograndense seu rico material, com um tema tão bem tratado e destacado nas terras potiguares.